acabei de deixar minha tia em um ônibus para curitiba, é, por incrivel que pareça foi triste, e olha que a gente briga o suficiente para eu nem querer ver ela tão cedo assim, mas enquanto eu voltava dirigindo para casa eu começei a pensar como as coisas mudaram, antigamente eu não conseguiria passar cinco dias com a minha tia e estaria arrancando meus cabelos, o fato é que ela passou oito dessa vez e estou com saudade dela me enchendo o saco.
quando eu vim morar sozinha eu sabia que muita coisa iria mudar, mas se havia uma que eu não esperava, eu sempre morria de vontade de sair de casa pelos conflitos que havia lá dentro, eu realmente sempre briguei com meus avós e minha tia, e o suficiente para eu não querer vê-los mais, mas aí, quando eu mudei as coisas foram mudando, hoje o que eu mais me vejo pedindo pro cara lá de cima é um final de semana prolongado para eu poder pegar minhas malas e ir para debaixo da asa da minha familia, e como eu peço para demorar pra acabar esses fins de semana. o fato é que algumas coisas mudaram, eu me irritava muito facilmente com eles, e as vezes eu não percebia que as coisas que me irritavam na verdade era as que eu mais sentiria falta quando eles não estivessem mais ao meu lado, confesso mesmo que me irrita até hoje, mas agora eu sinto falta de alguém brigando comigo todos os dias porque eu não como direito, ou porque tudo tá desarrumado, ou porque eu não corro atrás de certas coisas e afins, mas pelo menos agora eu aprendi a ser mais paciente, a tolerar um pouco mais, e aprendi a dizer que amo cada um deles, todos os dias, sempre que eu posso, porque eu realmente não sei até quando eles estarão do meu lado.
nada melhor do que a distância para ensinar a gente a dar valor para nossa familia, tu pode estar se estressando e tudo mais agora, mas lembre que nem sempre eles vão estar ae, e pode ter certeza, por mais maravilhoso que possa ser a ideia de estar longe deles, tu vai sentir falta, com certeza tu vai sentir falta. pensa melhor antes de dizer para os seus pais/avós/tios que os odeia, tu pode não ter a chance de dizer que isso não é verdade.
;)
Thursday, October 30, 2008
Wednesday, October 29, 2008
algumas vezes a gente tem que se amar, tem que agradecer por nós mesmo, temos que parar na frente do espelho e observar cada cantinho de nós, cada detalhe, todas as perfeições, até os nossos defeitos devem ser admirados, somos feitos deles também, mas com qualidades, defeitos, bonita ou feia, alta ou baixa, magra ou gorda, a primeira coisa que temos que saber é que temos que amar a nós mesmos, afinal de contas, o amor próprio é uma das nossas maiores forças quando não temos aonde nos segurar, quando precisamos de uma mão amiga e ninguém aparece, tente parar na frente do espelho e sorria para si mesmo, e se lembre que você tem você, simplesmente, exatamente como você é. pense em todas as coisas que tu admira em si mesmo, e fale para você o quanto é maravilhoso você ser assim, dê risada das suas brincadeiras e besteiras diárias, se divirta com suas próprias piadas, mesmo que todos o achem idiota.
a vida é muito curta para gente ficar pensando no que temos de errado, custa começarmos a pensar no que temos de certo? garanto que é muito mais satisfatório, e vai te deixar com a auto estima muito alta, e não vai demorar para você chegar a conclusão de que a vida não é tão dificil assim, somos nós mesmos que complicamos tanto.
boa noite
;)
a vida é muito curta para gente ficar pensando no que temos de errado, custa começarmos a pensar no que temos de certo? garanto que é muito mais satisfatório, e vai te deixar com a auto estima muito alta, e não vai demorar para você chegar a conclusão de que a vida não é tão dificil assim, somos nós mesmos que complicamos tanto.
boa noite
;)
Tuesday, October 21, 2008
Passei o fim de semana inteiro ouvindo esta historia, achei legal dividi-la com vocês
Autor desconhecido
Muitas pessoas têm curiosidade de saber sobre o episódio de minha caçada de emú que fiz com os aborígines australianos da ilha de Bathurst em 1972, quando estudava antropologia na Austrália.Este episódio, como sempre disse, ensinou-me o valor do foco.
Aqui vai a narração do episódio:
Na noite anterior à caçada, os aborígines australianos, com quem vivi e estudei, fazem a dança da caça onde uma parte do grupo faz o papel da caça e outra parte o dos caçadores.Nessa dança eles acreditam “caçar de fato” o animal. Após a “caçada” (na dança) eles comemoram, fazem as chamadas pinturas rupestres (desenham o animal caçado nas paredes das cavernas ou nas árvores) e vão dormir. No dia seguinte, se levantam e vão “apanhar o animal”, com os bumerangues e lanças próprios para (agora sim) caçar o animal que acreditam já ter sido devidamente “caçado” durante a dança na noite anterior.
No dia seguinte, a caçada segue sem nenhuma tensão ou ansiedade, pois a certeza de caçar é tão grande que basta apenas ter dedicação e entusiasmo para se atingir o objetivo final – trazer o animal para a aldeia!Um certo dia os aborígines me convidaram para a dança do emú (emú é uma espécie de avestruz, o segundo maior pássaro do mundo), pois iríamos caçar no dia seguinte.Fizemos a dança como descrevi acima. No dia seguinte deram-me a incumbência de achar as pegadas de emú. Ensinaram-me como eram as pegadas. Ao achar alguma pegada de emú, eu deveria chamar os caçadores. Os aborígines são exímios examinadores de pegadas. Pela análise, eles sabem exatamente onde está o animal para apanhá-lo. Eu ia à frente do grupo. De repente encontrei umas pegadas. Eram na verdade de canguru. Chamei a todos.
Eles vieram, viram que as pegadas não eram de emú e sim de canguru e disseram. Essas pegadas são de canguru. Eu disse: Mas canguru não é mais gostoso que emú? Eles responderam: Sim, é. Mas nós hoje estamos caçando emú e não canguru.E se espalharam novamente.
Mais um pouco e encontrava outras pegadas. Sabia que não eram de emú, mas mesmo assim chamei os caçadores. Eles disseram: Essas pegadas são de wallabies (um pequeno canguru). Eu disse: Mas wallabies não são mais gostosos que emú e até mais gostosos que canguru? Sim, responderam eles, mas hoje estamos caçando emú e não wallabies ou cangurus. Outro dia voltaremos para caçar outro animal. Hoje estamos caçando emú! Na quarta vez que parei a caçada e as pegadas não eram de emú, eles me disseram: “Nós estamos caçando emú”. Fizemos a dança do emú, trouxemos os bumerangues de emú, as lanças de emú. Se você parar a caçada cada vez que encontrar qualquer pegada, não vamos caçar nem emú, nem canguru, nem wallabies. Outro dia voltaremos para caçar cangurus ou wallabies. Hoje estamos caçando emú. Foi então que eu aprendi a razão de todo primitivo ir caçar e voltar com a caça rapidamente. Eles sabem exatamente o que estão caçando e não se desviam do foco.
enfim, estou caçando meus emús, e vocês?
;)
Autor desconhecido
Muitas pessoas têm curiosidade de saber sobre o episódio de minha caçada de emú que fiz com os aborígines australianos da ilha de Bathurst em 1972, quando estudava antropologia na Austrália.Este episódio, como sempre disse, ensinou-me o valor do foco.
Aqui vai a narração do episódio:
Na noite anterior à caçada, os aborígines australianos, com quem vivi e estudei, fazem a dança da caça onde uma parte do grupo faz o papel da caça e outra parte o dos caçadores.Nessa dança eles acreditam “caçar de fato” o animal. Após a “caçada” (na dança) eles comemoram, fazem as chamadas pinturas rupestres (desenham o animal caçado nas paredes das cavernas ou nas árvores) e vão dormir. No dia seguinte, se levantam e vão “apanhar o animal”, com os bumerangues e lanças próprios para (agora sim) caçar o animal que acreditam já ter sido devidamente “caçado” durante a dança na noite anterior.
No dia seguinte, a caçada segue sem nenhuma tensão ou ansiedade, pois a certeza de caçar é tão grande que basta apenas ter dedicação e entusiasmo para se atingir o objetivo final – trazer o animal para a aldeia!Um certo dia os aborígines me convidaram para a dança do emú (emú é uma espécie de avestruz, o segundo maior pássaro do mundo), pois iríamos caçar no dia seguinte.Fizemos a dança como descrevi acima. No dia seguinte deram-me a incumbência de achar as pegadas de emú. Ensinaram-me como eram as pegadas. Ao achar alguma pegada de emú, eu deveria chamar os caçadores. Os aborígines são exímios examinadores de pegadas. Pela análise, eles sabem exatamente onde está o animal para apanhá-lo. Eu ia à frente do grupo. De repente encontrei umas pegadas. Eram na verdade de canguru. Chamei a todos.
Eles vieram, viram que as pegadas não eram de emú e sim de canguru e disseram. Essas pegadas são de canguru. Eu disse: Mas canguru não é mais gostoso que emú? Eles responderam: Sim, é. Mas nós hoje estamos caçando emú e não canguru.E se espalharam novamente.
Mais um pouco e encontrava outras pegadas. Sabia que não eram de emú, mas mesmo assim chamei os caçadores. Eles disseram: Essas pegadas são de wallabies (um pequeno canguru). Eu disse: Mas wallabies não são mais gostosos que emú e até mais gostosos que canguru? Sim, responderam eles, mas hoje estamos caçando emú e não wallabies ou cangurus. Outro dia voltaremos para caçar outro animal. Hoje estamos caçando emú! Na quarta vez que parei a caçada e as pegadas não eram de emú, eles me disseram: “Nós estamos caçando emú”. Fizemos a dança do emú, trouxemos os bumerangues de emú, as lanças de emú. Se você parar a caçada cada vez que encontrar qualquer pegada, não vamos caçar nem emú, nem canguru, nem wallabies. Outro dia voltaremos para caçar cangurus ou wallabies. Hoje estamos caçando emú. Foi então que eu aprendi a razão de todo primitivo ir caçar e voltar com a caça rapidamente. Eles sabem exatamente o que estão caçando e não se desviam do foco.
enfim, estou caçando meus emús, e vocês?
;)
Monday, October 20, 2008
Thursday, October 16, 2008
Bom, eu não iria voltar ao blog essa semana, na real, nem iria voltar para a internet em si, mas não teve como, eu não estou entrando no msn, mas tô sempre passando em fotologs, em blogs, nos orkuts e tudo mais, quando vim para o PR dessa vez eu prometi que iria me desligar, e eu achei que não havia adiantado, mas ontem, ao abrir minhas páginas diárias eu percebi como realmente estava desligada desse mundo, como tinha deixado para lá, fiquei surpresa e até dei risada do caso, fazia algum tempo que isso não acontecia comigo e foi engraçado ver como eu consegui me desligar de coisas que eu imaginava que iria ser meio "dificil" de se desligar, mas foi otimo saber que realmente não faz tanta diferença assim para minha vida, melhor assim.
Alias, passou, assim... perdoei, fato. Para que é que eu vou ficar me remoendo com isso se no fim vai acabar fazendo mal só para mim mesma? Lógico que não vou ser besta, e nem vai ser a mesma coisa, mas acho que as coisas acontecem por alguma razão, pode até ser que você tenha se arrependido e tenha caido a ficha do que tu fez [alias, eu realmente espero que isto tenha acontecido] mas não vou ficar esperando nada de você, nada mesmo. Tu sabe que se quiser falar comigo eu vou continuar aqui, não mais ao seu lado como sempre foi, mas aqui... e tu sabe muito bem aonde me encontrar, e agora o interesse não é mais meu, não faz mais diferença para mim.
Bom, acho que hoje ainda eu volto para falar mais alguma coisa, mas agora eu vou-me, se não vou acabar falando mais do que devo.
;)
Alias, passou, assim... perdoei, fato. Para que é que eu vou ficar me remoendo com isso se no fim vai acabar fazendo mal só para mim mesma? Lógico que não vou ser besta, e nem vai ser a mesma coisa, mas acho que as coisas acontecem por alguma razão, pode até ser que você tenha se arrependido e tenha caido a ficha do que tu fez [alias, eu realmente espero que isto tenha acontecido] mas não vou ficar esperando nada de você, nada mesmo. Tu sabe que se quiser falar comigo eu vou continuar aqui, não mais ao seu lado como sempre foi, mas aqui... e tu sabe muito bem aonde me encontrar, e agora o interesse não é mais meu, não faz mais diferença para mim.
Bom, acho que hoje ainda eu volto para falar mais alguma coisa, mas agora eu vou-me, se não vou acabar falando mais do que devo.
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